sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Deputado diz que colegas passam fome com salário de R$ 33,7 mil

Deputado diz que colegas passam fome com salário de R$ 33,7 mil
O deputado Fábio Ramalho (MDB-MG), conhecido como Fabinho, defendeu a proposta, alegando que há colegas deputados que 'passam necessidade' com os atuais R$ 33,7 mil mensais.

disputa pelo controle do Congresso e o reajuste de 16,38% do salário dos ministros do STF reacenderam uma proposta que prevê que o presidente da República, o vice, ministros, senadores e deputados recebam o mesmo salário do STF sem a necessidade de aprovação em outras instâncias.

O deputado Fábio Ramalho (MDB-MG), conhecido como Fabinho, defendeu a proposta, alegando que há colegas deputados que “passam necessidade” com os atuais R$ 33,7 mil mensais.
“Há colegas que não dependem do salário, mas outros dependem e passam necessidades que a gente não sabe. É preciso dar ao parlamentar uma melhor qualidade de vida. Não é aumento de salário: é reajuste dentro da lei”
Para ele, os deputados não estão bem remunerados com seus R$ 33,7 mil mais auxílios, por isso, não se pode exigir lisura deles. Se o salário passar de R$ 39 mil, sinta-se a vontade para cobrar honestidade de quem já recebeu seu voto de confiança.

Fonte: MSN

Em dez dias, governo Bolsonaro coleciona recuos, desencontros e medidas polêmicas


Em seus dez primeiros dias, o governo de Jair Bolsonaro já mudou de ideia ou recuou de decisões que estavam tomadas e até anunciadas. Da área econômica à diplomacia e política, o vai e vem ocorreu pelo menos em três situações. Em seu 10º dia de governo, o presidente divulgou a foto oficial com a faixa presidencial. 

Um dos principais recuos teve como personagem o próprio presidente da República. Na semana passada, ele anunciou que assinou um decreto aumentando o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Ele justificou afirmando que a medida iria compensar a perda de arrecadação com a extensão de incentivos às regiões Norte e Nordeste. Mas, no mesmo dia, o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, descartou a mudança. 

A confusão expôs uma queda de braço entre o núcleo econômico do governo, comandado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, que chegou a considerar a medida, e o núcleo político liderado por Onyx Lorenzoni, chefe da Casa Civil, que via a medida como impopular. 

Bolsonaro também voltou atrás em relação à instalação de uma base militar dos Estados Unidos no Brasil. O presidente se mostrou aberto à possibilidade e justificou a ideia como uma preocupação com a soberania e a segurança nacional. 

A ideia foi elogiada pelo secretário de Estado norte-americano Mike Pompeo em entrevista ao Estado. Porém, os comandos das Forças Armadas foram surpreendidos com as afirmações de Bolsonaro e fizeram críticas em privado à iniciativa. Nesta terça-feira, 8, o chefe do gabinete de Segurança Institucional do governo, Augusto Heleno, negou os planos e disse que "fizeram um auê" em relação ao tema.

Na área econômica, outro recuo se deu dentro da Caixa Econômica Federal. O novo presidente da instituição, Pedro Guimarães, negou que o banco vá aumentar os juros do crédito imobiliário para a classe média; um dia antes, na cerimônia de posse dos novos titulares dos bancos públicos, em Brasília, ele afirmou que "quem é classe média tem de pagar mais". Segundo Guimarães, a declaração foi reproduzida de forma distorcida pelos veículos de imprensa. 

Ainda na primeira semana de governo, Bolsonaro iniciou um pente-fino na publicidade governamental. A intenção dele é cortar gastos. Como mostrou a Coluna do Estadão, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência disparou um ofício para as assessorias de imprensa dos ministérios solicitando informações sobre os contratos de publicidade, como objeto específico das contratações, a empresa prestadora de serviço, a data de assinatura e a vigência do acerto, principais produtos entregues, além do valor e de quantas prorrogações ainda podem ser feitas.

A última polêmica envolve o Ministério da Educação. O governo de Jair Bolsonaro anulou mudanças nos critérios de avaliação dos livros didáticos, depois que a medida foi divulgada pela imprensa. Tinham sido retirados do edital a exigência de que as obras tivessem referências bibliográficas e itens que impediam publicidade e erros de revisão e impressão.

Em nota divulgada na noite de quarta-feira, 9, o governo informou que “os erros foram detectados no documento cuja produção foi realizada pela gestão anterior do MEC” e enviada em 28 de dezembro de 2018. ” O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodrigues, vai tornar “sem efeito” o aviso de retificação do edital. A decisão foi tomada mais de 6 horas depois de a imprensa revelar a mudança.

Antes da posse - Alguns dos recuos de Bolsonaro vêm desde antes de assumir oficialmente a Presidência. Em novembro, falou que seu governo teria de 15 a 17 ministérios. Em janeiro, porém, assumiu o poder com uma equipe de 22 nomes com status ministerial. Também chegou a considerar a fusão do Ministério do Meio Ambiente com a Agricultura e a incorporação da Controladoria-Geral da União ao Ministério da Justiça. Voltou atrás das duas decisões. 

Em sua primeira lista de nomes da equipe de transição, divulgada menos de uma semana após sua eleição, elencou 27 homens. Criticado pela ausência de mulheres, anunciou quatro nomes femininos três dias depois. (Fonte: Estadão)

CRONOLOGIA

1.º de janeiro

- Após prometer um ministério com até 17 pastas após ser eleito, Bolsonaro assume com uma equipe de 22 nomes. 

- Funai passa para o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos e demarcação das terras indígenas passa para a Agricultura.

- Bolsonaro estabelece novo salário mínimo a R$ 998, valor inferior aos R$ 1.006 aprovados pelo Congresso.

2 de janeiro 

- Equipe econômica fala em anunciar medidas de simplificação de tributos e desregulamentação da economia a cada dois dias.

- Onyx anuncia que governo vai apresentar 50 metas para os primeiros 100 dias de gestão na terça-feira, 8.

- Governo Bolsonaro flexibiliza controle de erros e passa a permitir propagandas em livros didáticos.

3 de janeiro

- Bolsonaro sanciona lei que prorroga incentivos fiscais para empresas da Sudene (Nordeste) a da Sudam (Norte).

- Bolsonaro fala que Brasil pode sediar base militar americana.

4 de janeiro

- Bolsonaro anuncia aumento na alíquota do IOF para compensar perda de arrecadação das empresas do Norte e Nordeste.

- À tarde, o Secretário da Fazenda, Marcos Cintra, desmente o presidente e ministro chefe de Casa Civil, Onyx Lorenzoni, anuncia que o presidente se equivocou ao dizer que teria assinado decreto com o aumento do IOF.

6 de janeiro

- Ao Estado, Secretário de Estado americano, Mike Pompeo, elogia ideia de Bolsonaro de ter base militar americana no Brasil.

7 de janeiro

- Presidente da Caixa promete encarecer o custo dos juros de crédito imobiliário para classe média. 

- Presidente do Ibama pede exoneração após apontar ‘desconhecimento’ da gestão Bolsonaro.

8 de janeiro

- Chefe do GSI, Augusto Heleno, descarta instalação de base militar americana no Brasil.

- Presidente da Caixa volta atrás e nega que vá encarecer crédito imobiliário para classe média.

- Após reunião com ministros, Bolsonaro não divulga as 50 medidas prioritárias de seu governo, como prometido.

9 de janeiro

- Imprensa revela edital da Educação tirava a exigência de que as obras tivessem referências bibliográficas e itens que impediam publicidade e erros de revisão e impressão; após divulgação, governo anula medida.

Oposição de Serrinha começa o ano fortalecida e projetam “dor de cabeça” ao prefeito


O prefeito de Serrinha, Adriano Lima (MDB), teve seus dois primeiros anos de governo com muita influência na Câmara de Vereadores local, assim como com muito apoio político no município. No entanto, o cenário mudou para os anos de 2019 e 2020. Ao que tudo indica, ele perdeu a influência na Câmara e sua oposição ganhou força política. O presidente do legislativo municipal é o “Sargento Jean” (SD). O parlamentar, apesar de ser da base de governo, tem um perfil independente. A chapa que o elegeu é composta por vereadores neutros e da oposição. Os votos foram articulados por estes vereadores e tiveram apoio do ex-prefeito, Osni Cardoso (PT). Os vereadores da base aliada e o prefeito não tiveram força ante esta articulação. Cardoso, por sua vez, é o principal opositor do prefeito Adriano. O ex-prefeito foi eleito Deputado Estadual e tem grande influência no Governo do Estado. Ademais deste cenário, o vice-prefeito, Berg da Aragom (DEM), rompeu em 2017 com o prefeito e hoje é uma oposição enfática nas redes socais. Neste sentido, consultados pelo site A Voz do Campo, interlocutores da política em Serrinha apostam em reviravoltas e na perda de influência do prefeito Adriano Lima. O site A Voz do Campo tentou contato com o prefeito para comentar a matéria e não obteve êxito.

PCdoB entra na disputa com o PT pela Secretaria de Educação

Foto: Izis Moacyr/Bahia.ba


"Temos muita identidade com a área da educação e temos quadros muito qualificados", disse presidente da sigla.

Enquanto o PT tenta emplacar os deputados Afonso Florence ou Valdenor Pereira no comando da Secretaria de Educação, comandada atualmente por Walter Pinheiro, um dos seus aliados históricos, o PCdoB, também pretende entrar na briga pelo posto.
“Estamos aguardando a posição do governador, mas temos nomes técnicos para indicar. Temos muita identidade com a área da educação e temos quadros muito qualificados”, disse o presidente estadual do partido, Davidson Magalhães, à coluna Satélite, do jornal Correio.
De acordo com a publicação, o PCdoB reivindica uma “secretaria estruturante”. Na mira estão, além da Educação, Saúde, Infraestrutura e Desenvolvimento Rural.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Deputado Bobô faz balanço positivo da Comissão de Desporto



Presidente da da Comissão de Desporto, Paradesporto e Lazer da Assembleia Legislativa (Alba) desde 2015, o deputado estadual Bobô (PCdoB) celebra o sucesso de um trabalho construído coletivamente. Durante quatro anos, a soma das diferenças e o respeito às ideias de cada membro fez o colegiado atingir o principal objetivo: pautar o esporte no Poder Legislativo. 

Foram realizadas mais de 50 atividades, entre reuniões e audiências públicas, com esportistas, entidades, federações e estudantes. Temas relevantes foram a tônica, como Hepatite C em ex-atletas; esporte educacional; Faz Atleta e Bolsa Esporte; esporte e futebol femininos; copas do interior; automobilismo baiano; apoio ao basquete; esporte para crianças especiais e autistas, entre outros.

“Faço um agradecimento especial aos membros do colegiado, meus colegas deputados Manassés (PSD), Fátima Nunes Lula (PT), Marcell Moraes (PSDB), Pedro Tavares (DEM), Roberto Carlos (PDT), Samuel Júnior (PDT), Antonio Henrique Junior (PP), Fabíola Mansur (PSB) e Neusa Lula Cadore (PT). Realizamos bem a democracia interna, com muito respeito e sempre buscando o melhor para o esporte baiano”, enfatiza o parlamentar.

ESPORTE E LAZER PARA TODOS

Na Bahia, a comissão também contribuiu para valorizar o esporte amador, ajudando a garantir recursos para a recuperação de equipamentos públicos como quadras, ginásios e estádios, além de manter programas importantes, como o PELC, e apoiar projetos sociais de natureza esportiva.

O colegiado atuou em várias frentes: apoio aos atletas de alto rendimento; contribuição para espalhar atividades de esporte e lazer no municípios baianos e garantia de investimentos na infraestrutura de equipamentos esportivos. Sempre para fortalecer o debate e ações concretas que garantiram aos jovens maior acesso ao esporte e maior acessibilidade para pessoas idosas e com deficiência. 

“Perseguimos com determinação a integração das políticas de esporte com as demais políticas públicas e apoio ao Estado e aos municípios para melhorarem a vida do nosso povo. O sonho continua, pois temos confiança de que, em breve, todo esse esforço resultará em vermos o esporte como política de Estado, a criação de uma secretaria e maior orçamento para o setor. Seguiremos na contramão do governo federal, que lamentavelmente extinguiu o Ministério do Esporte”, afirma Bobô.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

SENTO-SÉ: CONJUNTURA POLÍTICA PARA 2019 E OS RUMORES PARA O FUTURO!


  

As pessoas, defensoras históricas do Interesse Público, Direitos Sociais, da Coletividade, têm motivo para estar contempladas por veem sua militância histórica logrando êxito, depois de mais de três décadas combatendo o modelo político de “extrema direita” e que havia vivido apenas alguns momentos de avanços, e/ou transitórios, com: o prefeito Custódio Sento-Sé, nomeado em 1926 pelo intendente (governador) – livro “Sento-Sé Rico e Ignoto” e que revolucionou a Gestão Pública naquela época; João Leopoldo Sento-Sé eleito em 1992 que melhorou muito a introdução de um Governo Municipal; Juvenilson Passos em 2000/2005 que fez duas gest& otilde;es com aspecto transitório, apesar das dificuldades impostas pelo sistema velho.
A coisa por aqui andou tão preocupante, a ponto da “extrema direita” idealizar e propagar uma “tese”, pra lá de conservadora, de que “o povo daqui não gosta de trabalho e quem contrariar os vícios se acaba politicamente”. Muitos da velha política faleceram achando que nunca iria ter mudança pra valer - os lutadores de esquerda, que morreram sabiam e queriam e saiam que a mudança positiva iria sim acontecer um dia. Importante enfatizar que as pessoas sonhadoras que morreram e as que estão vivas alimentaram, alimentam a luta política social, acreditando sempre e não desistiram nunca.
De modo que o ano novo começou com a população sento-seense de autoestima elevada, por viver o período mais expressivo da história política social, por mais que ainda tenha o que melhorar!... Resultado de uma Gestão Municipal organizada, comprometida, responsável, técnica, coerente – antenada à nova visão de mundo e desenvolvimento sustentável!
Por se tratar de ano pré-eleitoral, opositores ao atual governo, demonstram, de modo tímido, interesse em participar da próxima Eleição Municipal de 2020, porém, o massacre eleitoral imposto pelo grupo governista na Eleição 2018 e a elevada aprovação do atual governo não lhes causa maior ânimo, visivelmente demonstrado para quem sabe ver. No plano legislativo municipal, a última reforma política, feita pelo Congresso Nacional, dificulta a renovação de nomes nos cargos parlamentares, inclusive no de vereador/a. De maneira que fica fácil observar como é pequena a possibilidade de renovar e qualificar o expressivo cargo de vereador.

Laurenço Aguiar do Nascimento - Presidente do PT.

Promovido no BB, filho de Mourão terá salário triplicado

Foto: Reprodução/Twitter


Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Antonio Hamilton Rossell Mourão deixará de ganhar  R$ 12 mil e passará a receber R$ 36 mil.

Oito dias após a posse do novo governo Jair Bolsonaro (PSL), o filho do novo vice-presidente Hamilton Mourão, Antonio Hamilton Rossell Mourão, já consegue subir na carreira.
Antes assessor empresarial da área de agronegócios do Banco do Brasil, o herdeiro foi promovido a assessor especial da presidência do banco, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo.
De acordo com informações da repórter Aline Bronzati, na Coluna do Broadcast, Antonio, que está no banco há 18 anos e ganhava cerca de R$ 12 mil mensais, ocupará um posto equivalente a uma cadeira de um executivo, com um salário de cerca de R$ 36 mil.
Na nova função, ele vai assessorar o novo presidente, Rubem Novaes, que tomou posse na última segunda-feira (7), em assuntos relacionados ao agronegócio. Procurado pela reportagem, o Banco do Brasil não se pronunciou.
O filho de Mourão ainda deve ingressar no Programa de Alternativas para Executivos em Transição, que paga bônus de até R$ 2 milhões para quem ocupou cargo na cúpula do banco por ao menos dois anos.

Elmar Nascimento: ‘ACM Neto também perderia se disputasse com Rui’

Foto: Alex Ferreira/ Câmara dos Deputados


Nós não tivemos capacidade de apresentar uma chapa que pudesse disputar a eleição. Ficamos entre o rochedo e o mar”, disse o deputado

Antes crítico da desistência do prefeito de Salvador e presidente nacional do DEM, ACM Neto, de disputar o Palácio de Ondina contra o governador Rui Costa (PT), o deputado federal Elmar Nascimento (DEM) parece que mudou de ideia.
Para ele, o prefeito fez certo em não ir para o confronto, porque também perderia para Rui.
“O próprio ACM Neto fez uma análise correta de que ele também perderia”, afirmou o parlamentar, que é do mesmo partido do prefeito, em entrevista à rádio Metrópole, na manhã desta terça-feira (8).
“Nós não tivemos capacidade de apresentar uma chapa que pudesse disputar a eleição. Ficamos entre o rochedo e o mar”, ressalto.
Segundo Elmar, Zé Ronaldo (DEM) entrou na disputa apenas para perder.

“Ele foi colocado de última hora. O povo pensou: ‘ACM Neto não foi candidato, então a eleição está perdida’. E quem vota pra perder? Avisei para Zé Ronaldo, naquela circunstância, que ele também perderia”, disse.

Sem citar Coronel, Wagner defende Renan e Tasso para presidência do Senado

Foto: João Ramos/ Divulgação


"Não se senta naquela cadeira sem experiência", ressaltou o senador eleito

O ex-governador e senador eleito Jaques Wagner (PT) defendeu que o novo presidente do Senado não tenha ligação com o governo federal.
O petista elogiou os nomes de Renan Calheiros (MDB) e Tasso Jereissati (PSDB).
“Renan e Tasso têm mais experiência e envergadura. Mas não tem um perfeito ali. Existem quem está chegando, como o Major [Olímpio (PSL-SP] eu não conheço, mas a militância dele em São Paulo agradaria meu povo do PT, porque ele batia muito em Alckmin. Mas não se senta naquela cadeira sem experiência”, disse em entrevista à rádio Metrópole, nesta terça-feira (8),  sem citar o nome do colega Angelo Coronel (PSD-BA), que também pretende disputar a presidência do Congresso.

LEI QUE REGULAMENTA O PRONTUÁRIO ELETRÔNICO É PUBLICADA

A lei que trata sobre a digitalização e a utilização de sistemas informatizados para a guarda, o armazenamento e o manuseio de prontuário de paciente (Lei nº 13.787/2018) foi publicada no dia 28 de dezembro de 2018.
De acordo com a definição dada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), o prontuário deve ser considerado “como o documento único constituído de um conjunto de informações, sinais e imagens registradas, geradas a partir de fatos, acontecimentos e situações sobre a saúde do paciente e a assistência a ele prestada, de caráter legal, sigiloso e científico, que possibilita a comunicação entre membros da equipe multiprofissional e a continuidade da assistência prestada ao indivíduo. ” O prontuário é peça fundamental no atendimento contínuo do paciente. Por isso, diversas normas e legislações foram criadas para reger tudo o que diz respeito a este documento.
O processo de digitalização deverá ser realizado de forma a assegurar a integridade, a autenticidade e a confidencialidade do documento digital. Todas as informações contidas nos documentos originais deverão estar na versão digital e no processo de digitalização deverá ser utilizado certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) ou outro padrão legalmente aceito. Os documentos oriundos da digitalização de prontuários de pacientes passam a ser controlados por meio de sistema especializado de gerenciamento eletrônico de documentos, cujas características e requisitos serão especificados em regulamento.
Os documentos originais poderão ser destruídos após a sua digitalização, porém, eles deverão passar por análise obrigatória de uma comissão permanente de revisão de prontuários e avaliação de documentos, especificamente criada para essa finalidade. A comissão, além de analisar se o documento foi digitalizado corretamente inclusive com seus anexos, será encarregada de avaliar a importância histórica do prontuário. Por exemplo: Um prontuário que traz informações ou dados de tratamentos mais eficazes serão preservados de acordo com o disposto na legislação arquivística.
Após 20 anos sem novos registros, os prontuários (tanto físico quanto eletrônico) poderão ser descartados mantendo o sigilo e intimidade do paciente no processo de descarte. O prazo para eliminação dos prontuários também poderá ser fixado em regulamento, de acordo com o potencial de uso em estudos e pesquisas nas áreas das ciências da saúde, humanas e sociais, bem como para fins legais e probatórios.
Em demandas judiciais, o documento digitalizado e armazenado em conformidade com as normas estabelecidas na Lei nº 13.787/2018 e nos respectivos regulamentos terá o mesmo valor probatório do documento original, pois é a partir de sua análise que os peritos e julgadores colhem subsídios para a decisão judicial. Poderão, inclusive, ser implementados sistemas de certificação para a verificação da conformidade com as exigências da Lei.

Daniel Almeida: Eleição de Bolsonaro foi um grande e grave equívoco



O deputado federal reeleito Daniel Almeida (PCdoB/BA) considerou a eleição do presidente Jair Bolsonaro (PSL) um ‘grande e grave equívoco’, a partir das primeiras ações do novo governo. Daniel diz ter preocupações, principalmente, com os direitos sociais, em especial o direito ao trabalho, que não terão proteção na nova gestão, ao que tudo indica, pelas declarações do presidente.
Uma das declarações diz respeito à defesa que Bolsonaro fez da diminuição de direitos nas relações trabalhistas, como forma de garantir mais emprego. “Não acreditamos na tese de que o trabalhador precisa escolher entre ter emprego ou ter direito. É possível e nós queremos emprego digno, decente, com a preservação dos direitos dos nossos trabalhadores”, defendeu Daniel.
Para o deputado, a reforma trabalhista de Michel Temer já produz muitos efeitos danosos aos trabalhadores e não é possível retroceder ainda mais. “[a reforma] Não produziu nenhum efeito positivo. O presidente eleito diz que vai aprofundar a reforma trabalhista contra os trabalhadores. Chegou a dizer que o que deve prevalecer, no nosso país, é a informalidade. Um verdadeiro absurdo”, afirmou.
O parlamentar comunista também criticou a escolha da equipe econômica, liderada pelo ministro Paulo Guedes, que, segundo ele, é um representante dos bancos. “[o presidente] Monta uma equipe econômica voltada para os interesses dos banqueiros. Banqueiros só querem agiotagem, lucro fácil, diminuindo, assim, a atividade produtiva, a geração de empregos, da valorização do trabalhador”.
Apesar das críticas ao novo governo, Daniel garante que fará uma oposição positiva, alinhada aos interesses dos brasileiros. “Vamos torcer muito para que o Brasil encontre um caminho de crescimento e desenvolvimento. Vamos manter no papel de ser oposição, mas uma oposição propositiva, nos contrapondo aos desacertos que esse governo anuncia que fará, propondo um outro caminho”, disse.
Daniel Almeida acredita que a palavra de ordem no Congresso Nacional, a partir de agora, será resistência. “A nossa expectativa é que a nossa esperança seja para resistir, em defesa do Brasil, da sua soberania, da democracia brasileira, do Estado Democrático de Direito e da preservação da vida com dignidade dos trabalhadores”

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Após boatos de prisão, assessoria do ex-prefeito informa que ele está em viagem de férias

"Advogados do ex-prefeito estão atentos e providenciando a coleta de materiais comprobatórios dos danos causados para adoção de medidas legais”, diz a nota
Após boatos de prisão, assessoria do ex-prefeito informa que ele está em viagem de férias

Circulou em vários grupos de Whatsapp na manhã deste domingo (6) que o ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, foi preso pela Polícia Federal e levado para a superintendência em Salvador. A reportagem do Acorda Cidade entrou em contato com o delegado da PF Fábio Marques e ele disse que a notícia divulgada é Fake. Através de nota enviada à imprensa, a assessoria do ex-prefeito informou que ele está em viagem de férias.
“O ex-prefeito José Ronaldo, em viagem com a família, foi vítima de calúnia, este fim de semana. Um irresponsável espalhou áudio via whatsapp garantindo a notícia da prisão do gestor. Ronaldo, de quatro mandatos, com todas as suas contas aprovadas e considerado homem público exemplar no trato do erário, disputou no ano passado o governo da Bahia e desde então vem sendo alvo de fake news, por parte de adversários, nas redes sociais. Advogados do ex-prefeito estão atentos e providenciando a coleta de materiais comprobatórios dos danos causados para adoção de medidas legais”, diz a nota.
Fonte: Acorda Cidade

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Prefeito mantém influência na Câmara e professores prometem ano de lutas em Teofilândia



O prefeito de Teofilândia, Tércio Nunes (PDT) teve os dois primeiros anos de governo com larga vantagem na Câmara de Vereadores local, a ponto de conseguir aprovar projetos bastante polêmicos (relembre aqui). No entanto, os números mais recentes apontam para uma diminuição da sua influência. Na votação das contas do ex-prefeito Adriano Araújo (PT), adversário do prefeito, os votos foram em desacordo com os objetivos do mandatário municipal, apesar da derrota de Adriano (relembre aqui). A definição da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores também está seguindo este tom (veja aqui). Tércio permanece com influência, mas ela diminuiu substancialmente. Dois dos integrantes da Mesa Diretora são ferrenhos opositores ao prefeito e representantes de ex-prefeitos (Diego do Gás – PSD – e Isaías do PT). Dois são integrantes do Governo (Carlinhos de Dãozinho – PP – e Igor do Sindicato – MDB), mas são vistos como mais moderados e independentes. Ademais destas informações, o Sindicato APLB Núcleo Teofilândia, que representa os professores, abriu o ano de 2019 em suas redes sociais com palavras de ordem como “justiça” e “luta”. Neste sentido, é esperado um ano de muita disputa entre a Oposição e a Situação política em Teofilândia. O site entrou em contato com o prefeito para comentar a expectativa. Ele não se pronunciou. A oposição falou em resistência e em reviravoltas nas representações no legislativo. A Assessoria de Comunicação da Prefeitura falou em expectativa para a conclusão de obras e o início de outras, como iluminação e infraestrutura.